Ildefonso Colares Filho, ex-presidente, e Othon Zanoide de Moraes Filho, ambos da Queiroz Galvão, foram presos.
A Polícia Federal deflagrou a 33ª fase da Operação Lava Jato, na
manhã desta terça-feira (2). São 32 mandados judiciais cumpridos em São
Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco e Minas
Gerais. São dois de prisão temporária, um de prisão preventiva, seis de
condução coercitiva e 23 de busca e apreensão. A ação foi batizada de
“Resta Um”.
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O ex-presidente da Queiroz Galvão Ildefonso Colares Filho e o
ex-diretor Othon Zanoide de Moraes Filho foram presos preventivamente. O
mandado de prisão temporária é contra Marcos Pereira Reis. Ele está no
exterior, segundo a PF.
No total, 150 policiais participam da ação, que tem como mira a
participação da construtora Queiroz Galvão no “cartel das empreiteiras".
Segundo a PF, as obras investigadas englobam contratos no Complexo
Petroquímico do Rio de Janeiro, na Refinaria Abreu e Lima, Refinaria
Vale do Paraíba, Refinaria Landulpho Alves e na Refinaria Duque de
Caxias. A construtora Queiroz Galvão, segundo a PF, tem o terceiro maior
volume de contratos investigados no âmbito da Lava Jato.
“Resta Um” é referência à investigação da última das maiores empresas identificadas como integrante do cartel das empreiteiras.
Os investigados para os quais foram expedidos mandados de condução
coercitiva estão sendo levados para a sede da Polícia Federal nas
respectivas cidades em que estavam. Eles serão liberados após
depoimento. Os investigados com prisão domiciliar decretada serão
levadas à sede da PF em Curitiba, onde permanecerão à disposição das
autoridades.
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